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Tropa de Elite
Reinaldo Azevedo - 20.06.2010 02:27

Capit�o Nascimento bate no Bonde do Foucault

Tropa de Elite na Mira da Maconha Vermelha
Tropa de Elite na Mira da Maconha Vermelha

Nunca antes neste pa�s um produto cultural foi objeto de cerco t�o covarde como Tropa de Elite, o filme do diretor Jos� Padilha. Os donos dos morros dos cadernos de cultura dos jornais, investidos do papel de aiatol�s das utopias permitidas, resolveram inciner�-lo antes que fosse lan�ado e emitiram a sua fatwa, a sua senten�a: "Ele � reacion�rio e precisa ser destru�do". Num programa de TV, um careca, com barba e �culos inteligentes, �ndices que denunciam um "inteliquitual", sotaque inequ�voco de amigo do povo, advertia: "A mensagem � perigosa". Outro, olhar esgazeado, sintaxe tr�mula, sonhava: a solu��o � "descriminar as drogas". E houve quem n�o resistisse, cravando a palavra m�gica: "� de direita". Nem chegaram a dizer se o filme � que � entretenimento, n�o tratado de sociologia � � bom ou n�o.

Texto completo

Seq�estrado pelo Bonde do Foucault (j� explico o que � isso), Padilha foi libertado pelo povo. A pirataria transformou seu filme num fen�meno. A esquerda intelectual, organizada em bando para assaltar a reputa��o alheia (como de h�bito), j� n�o podia fazer mais nada. Pouco importava o que dissesse ou escrevesse, o filme era um sucesso. Derrotada, restou-lhe arrancar, como veremos, do indiv�duo Padilha o que o cineasta Padilha n�o confessou. Por que tanta f�ria? A resposta � simples: Tropa de Elite comete a ousadia de propor um dilema moral e de oferecer uma resposta. Em tempos de triunfo do analfabetismo tamb�m moral, � uma ofensa grave.

Qual dilema? N�o h� como ressuscitar o fil�sofo alem�o Immanuel Kant (1724-1804), mas podemos consultar a sua obra e ent�o indagar ao consumidor de droga: "Voc� s� pratica a��es que possam ser generalizadas?". Ou por outra: "Se todos, na sociedade, seguirem o seu exemplo, o Brasil ser� um bom lugar para viver?". O que o pensamento politicamente correto n�o suporta no Capit�o Nascimento, o anti-her�i com muito car�ter, n�o � a sua trucul�ncia, mas a sua clareza; n�o � o seu defeito, mas a sua qualidade. Ele n�o padece de psicose dial�tica, uma brotoeja te�rica que nasce na esquerda e que faz o bem brotar do mal, e o mal, do bem. Nascimento cultua � o bom paradoxo. Segue a m�xima de L�cio Fl�vio, um marginal lend�rio no Brasil, de tempos quase rom�nticos: "Bandido � bandido, pol�cia � pol�cia".

A cena do filme j� � famosa: numa incurs�o � favela, o Bope mata um traficante. No grupo de marginais, h� um "estudante". Aos safan�es, Nascimento lhe pergunta, depois de enfiar a sua cara no abd�men estuporado do cad�ver: "Quem matou esse cara?". Com medo, o rapaz engrola uns "n�o sei, n�o sei". Alguns tapas na cara depois, acaba respondendo: "Foram voc�s". E ouve do capit�o a resposta que mais irritou o Bonde do Foucault: "N�o! Foi voc�, seu maconheiro". Nascimento, quem diria?, � um disc�pulo de Kant. Um pouco desastrado, mas �. A narrativa � sempre pontuada por sua voz em off. Num dado momento, ele faz uma indaga��o: "Quantas crian�as n�s vamos perder para o tr�fico para que o playboy possa enrolar o seu baseado?".

O Bope que aparece no filme de Padilha � incorrupt�vel, mas violento. O principal parceiro de Nascimento chega a desistir de uma a��o porque n�o quer compactuar com seus m�todos, que, fica claro, s�o ilegais. Trata-se de uma mentira torpe a acusa��o de que o filme faz a apologia da tortura. Ocorre que o �dio que a patrulha ideol�gica passou a devotar � obra n�o deriva da�. Isso � pretexto. O que os "playboys" do relativismo rejeitam � a evoca��o da responsabilidade dos consumidores de droga na trag�dia social brasileira. Nascimento invadiu a praia do Posto 9, em Ipanema.

J� empreguei duas vezes a express�o "Bonde do Foucault" para me referir � quadrilha ideol�gica que tentou p�r um saco da verdade na cabe�a de Padilha: "Confesse que voc� � um reacion�rio". "Bonde", talvez voc�s saibam, � como se chama, no Rio de Janeiro, a a��o de bandidos quando decidem agir em conjunto para aterrorizar os cidad�os. Quem j� viu Tropa de Elite sabe: fa�o alus�o tamb�m a uma passagem em que universit�rios � alguns deles militantes de uma ONG e, de fato, aliados do tr�fico � participam de uma aula-semin�rio sobre o fil�sofo franc�s Michel Foucault (1926-1984). Falam sobre o livro Vigiar e Punir, em que o autor discorre sobre a evolu��o da legisla��o penal ao longo da hist�ria e caracteriza, de modo muito cr�tico, os m�todos coercitivos e punitivos do estado.

No Brasil, os traficantes de id�ias mortas s�o quase t�o perigosos quanto os donos dos morros, como evidenciam nossos livros did�ticos. Foucault sempre foi um incompreendido. Por que digo isso? Porque ele era ainda mais picareta do que seus cr�ticos apontaram. No filme, aluna e professor fazem um pastiche de seu pensamento, e isso serve de pretexto para um severo ataque � pol�cia, abominada pelos bacanas como for�a de repress�o a servi�o do estado e suas injusti�as. Sim, isso pode ser Foucault, mas Foucault era pior do que isso. Em Vigiar e Punir, ele fica a um passo de sugerir que o castigo f�sico � prefer�vel �s formas que entende veladas de repress�o postas em pr�tica pelo estado moderno. Lixo.

O personagem Matias, um policial que faz o curso de direito, � o elo entre o Capit�o Nascimento, o kantiano r�stico, e esse n�cleo universit�rio. A seq��ncia em que essas duas �ticas se confrontam desmoraliza o discurso progressista sobre as drogas e revela n�o a conviv�ncia entre as diferen�as, mas a coniv�ncia com o crime de uma franja da sociedade que pretende, a um s� tempo, ser benefici�ria de todas as vantagens do estado de direito e de todas as transgress�es da delinq��ncia. Por isso o "Bonde do Foucault" da imprensa tentou fazer um arrast�o ideol�gico contra Tropa de Elite. Quem consome droga il�cita p�e uma arma na m�o de uma crian�a. � simples. � fato. � objetivo. Cheirar ou n�o cheirar � uma quest�o individual, moral, mas � tamb�m uma quest�o �tica, voltada para o coletivo: em qual sociedade o consumidor de drogas escolheu viver? Posso assegurar: n�o h� livro de Foucault que nos ajude a responder.

Derrotada, a elite da tropa esquerdopata n�o desistiu. Jos� Padilha e o ator Wagner Moura foram convocados a ir al�m de suas sand�lias. Assim como um juiz s� fala nos autos, a voz que importa de um artista � a que est� em seu trabalho. Ocorre que era preciso uma repara��o. A opini�o de ambos � ligeira e mal pensada � favor�vel � descrimina��o das drogas amea�ou, num dado momento, sobrepor-se ao pr�prio filme. Observem: Tropa de Elite trata � da fal�ncia de um sistema de seguran�a em que, segundo Nascimento, um policial "ou se corrompe, ou se omite, ou vai para a guerra".

A falha desse sistema independe do crime que ele � chamado a reprimir. Se as drogas forem liberadas e aquela falha permanecer, os maus policiais encontrar�o outras formas de extors�o e associa��o com o crime. E esse me parece um aspecto importante do filme, que tem sido negligenciado. Um dos lemas da tropa � "No Bope tem guerreiros que acreditam no Brasil". Esse patriotismo ing�nuo e ret�rico tem f�lego curto: um dos soldados da equipe morre, e seu caix�o est� coberto com a bandeira brasileira. Solene e desafiador, Nascimento chega ao vel�rio e joga sobre o "auriverde pend�o da esperan�a" a assustadora bandeira do Bope: um cr�nio fincado por uma espada, atr�s do qual se cruzam duas pistolas. Outro dos refr�es do grupo pergunta e responde: "Homem de preto, qual � sua miss�o? / Entrar na favela e deixar corpo no ch�o / Homem de preto, o que � que voc� faz? / Eu fa�o coisas que assustam satan�s".

Resta evidente que o filme n�o prop�e este Bope como modelo de pol�cia.
Pouco me importa o que pensam Padilha e Moura. O que interessa � o filme. E o filme submete a um justo rid�culo a sociologia vagabunda que tenta ver a pol�cia e o bandido como lados opostos (�s vezes unidos), mas de id�ntica legitimidade, de um conflito inerente ao estado burgu�s. O kantiano r�stico "pegou geral" o Bonde do Foucault.


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okeeeee 
nn - 20.06.2010 10:09

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